Conheça os estrangeiros que já vestiram a camisa do MAC

No próximo dia 12, o Marília Atlético Clube (MAC) irá completar 78 anos de fundação e o Jornal da Manhã traz na edição de hoje (dia 2) os estrangeiros que vestiram a camisa da agremiação. Jogadores foram cinco no total e mais um técnico, sem contar alguns sul-coreanos, que vieram na década passada, através de intercâmbio e chegaram a atuar pelo ‘time B’ na Copa Paulista.

O primeiro ‘gringo’ a vestir a camisa do Alviceleste foi o argentino Juan Raúl Echevarrieta em 1955, quando o clube ainda era Alvirrubro (cores vermelha e branca). Apelidado de ‘Chê’, o atacante jogou apenas quatro partidas amistosas. Falecido no dia 27 de novembro de 1987, com 76 anos, o ex-jogador também jogou pela Associação Atlética São Bento de Marília.

Echevarrieta é o 10º maior artilheiro da história do Palmeiras (jogou de 1939 a 1942) – tendo feito 105 gols em 127 jogos – e conquistou o Paulistão de 1940 e 1942. Até 2017, era o atleta ‘gringo’ que mais gols marcou com a camisa do Santos (1942-43) com 20 gols, sendo ultrapassado pelo colombiano Copete (26).

Além dos times marilienses, no Brasil o atacante argentino atuou pelo extinto Ypiranga. Em sua terra natal, vestiu a camisa do Gimnasia y Esgrima e do Vélez Sarsfield.

Técnico Filpo Núñez – O segundo estrangeiro no MAC foi o técnico argentino Nélson Ernesto Filpo Núñez, apelidado de “Don Filpo” e “El Bandoneón”. A passagem dele pelo clube durou pouco mais de dois meses em 1976 (30/08 até 07/11). Foram somente 13 jogos (quatro vitórias, quatro empates e cinco derrotas), pois pediu demissão e acertou com o Monterrey-MEX.

Filpo Núñez trabalhou em diversos clubes importantes no Brasil, entre eles estão: Cruzeiro-MG (1955), Vasco (1960), Palmeiras (1964-65/1979) e Corinthians (1966). Também treinou a Seleção Brasileira por um jogo. O Palmeiras foi chamado para representar o Brasil em uma partida, na inauguração do Mineirão, em duelo contra o Uruguai.

No dia 7 de setembro de 1965, os palmeirenses venceram a Celeste por 3 a 0 e Filpo Núñez se tornava o primeiro – e, até hoje, o único – técnico a dirigir sozinho a Seleção”. Sua morte aconteceu no dia 6 de março de 1999, aos 78 anos.

Frontini: o destaque – O atleta estrangeiro com o maior destaque na história do Marília foi o atacante Carlos Esteban Frontini, de 38 anos, que atua pelo Treze-PA. No Paulistão de 2005, o argentino marcou dez gols em 17 jogos e se transferiu para o Santos. Dois anos depois, vestiu novamente a camisa do Alviceleste no estadual de elite. Foram seis partidas e nenhum gol assinalado.

Em 1997, o Marília teve em seu elenco o uruguaio Rúben Furtenbach, que disputou o Campeonato Paulista da Série B1-A. Com 56 anos, o ex-lateral-direito – no MAC atuou de volante – é atualmente auxiliar-técnico de Vica. O último trabalho foi na Portuguesa, na Série A-2 de 2019.

Como atleta, jogou no Nacional e no Bella Vista, ambos do Uruguai, antes de ser contratado pelo São Paulo (1985-86). Ele também defendeu vários clubes do interior paulista: São José, Matonense, Inter de Limeira, Comercial e XV de Piracicaba, entre outros.

Os dois últimos estrangeiros a vestirem a camisa do MAC tiveram passagem discreta. Em 2018, o argentino Nicolas Nicolay fez apenas um jogo no Paulistão e em outro ficou no banco de reservas. O atacante se aposentou em 2015, jogando pelo Tacuarembó-URU.

O último ‘gringo’ no Alviceleste foi o goleiro paraguaio Antony Silva, de 35 anos, que até o ano passado defendia o Huracán-ARG. Com passagens pela Seleção Paraguaia, o atleta fez somente duas partidas pelo MAC no Paulistão de 2009, em que o clube foi rebaixado.

FONTE : JORNAL DA MANHÃ

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