Goldman vê economia da China afundando 9% no 1º trimestre devido ao coronavírus

O Goldman Sachs disse nesta terça-feira que a economia da China provavelmente encolherá 9% no primeiro trimestre, destacando como o coronavírus está afetando as atividades comerciais normais, e o governo chinês relatou um aumento de casos novos da doença, a maioria deles importados.

O Goldman revisou sua estimativa para o Produto Interno Bruto (PIB) no primeiro trimestre chinês de 2,5% de crescimento para uma contração de 9%, citando dados econômicos “surpreendentemente fracos” de janeiro e fevereiro que foram divulgados na segunda-feira.

O banco também reduziu sua previsão anual do PIB de 5,5% para 3% de crescimento.

Os casos importados de coronavírus superaram os casos de transmissão local pelo quarto dia consecutivo.

O risco crescente de casos importados levou algumas partes do país a endurecerem o monitoramento de viajantes estrangeiros, e nesta terça-feira o Ministério das Relações Exteriores chinês aconselhou seus cidadãos a evitarem viagens a países de risco alto.

O Goldman revisou sua estimativa para o Produto Interno Bruto (PIB) no primeiro trimestre chinês de 2,5% de crescimento para uma contração de 9%, citando dados econômicos “surpreendentemente fracos” de janeiro e fevereiro que foram divulgados na segunda-feira.

O banco também reduziu sua previsão anual do PIB de 5,5% para 3% de crescimento.

Os casos importados de coronavírus superaram os casos de transmissão local pelo quarto dia consecutivo.

O risco crescente de casos importados levou algumas partes do país a endurecerem o monitoramento de viajantes estrangeiros, e nesta terça-feira o Ministério das Relações Exteriores chinês aconselhou seus cidadãos a evitarem viagens a países de risco alto.

O aeroporto internacional de Pequim isolou uma zona especial para voos internacionais, e todos os passageiros que desembarcam são submetidos a exames médicos.

Nesta terça-feira, Xangai ampliou as medidas de quarentena em vigor para viajantes que visitaram recentemente o Reino Unido, Suíça, Suécia, Bélgica, Noruega, Holanda, Dinamarca e Áustria.

FONTE : REUTERS BRASIL

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