Ministério da Saúde diz que 400.000 poderiam morrer no Japão sem medidas de contenção de vírus

A projeção da equipe encomendada pelo governo demonstra preocupação, disse o professor da Universidade Hokkaido, Hiroshi Nishiura, especialista em análise de agrupamentos. Ele recomenda que as pessoas colaborem no esforço de distanciamento social. “Podemos parar a transmissão se todos mudarmos nossa atividade e reduzirmos significativamente as interações”.

O GOVERNO JAPONÊS ACREDITA QUE SE NÃO HOUVESSE O DECRETO DE EMERGÊNCIA E SE NÃO FOSSEM TOMADAS AS MEDIDAS PREVENTIVAS CERCA DE 850.000 PESSOAS PODERIAM SE INFECTAR COM O CORONAVÍRUS E QUASE METADE DELAS PODERIAM MORRER.

O Japão tem a população mais idosa do mundo, o que é uma preocupação, já que o COVID-19 pode ser especialmente sério e fatal em idosos.

As empresas japonesas demoraram a se adaptar ao trabalho remoto, o que significa que as pessoas ainda continuam a usar o transporte público para ir ao trabalho.

Os pacientes já estão sendo transferidos para mais hospitais e até hotéis em Tóquio, com o aumento de infecções na capital. Especialistas médicos alertam que o sistema de saúde está pode estar beira do colapso.

O relatório projetou 420.000 mortes em potencial porque os doentes graves exigiriam cuidados respiratórios ou tratamento em unidades de terapia intensiva e os respiradores se esgotariam se nenhuma medida preventiva fosse tomada, de acordo com o relatório fornecido pelo Ministério da Saúde.

O primeiro-ministro Shinzo Abe declarou estado de emergência em Tóquio e seis outras prefeituras em 7 de abril e pediu às pessoas que reduzissem suas atividades públicas. Foi ampliado em todo o país. Nishiura diz que o governo japonês está fazendo a sua parte e tomou medidas necessárias para evitar o descontrole da pandemia.

Até o momento, 105 pacientes levemente doentes foram transferidos para um hotel, e Tóquio planeja garantir até 3.500 quartos individuais até junho.

FONTE :IPC DIGITAL

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *