Parada de ônibus universitário volta a ser assunto na Casa de Leis garcense

Mais uma vez as vagas para parada de ônibus que transportam universitários para Marília e Bauru voltou a ser assunto na Casa de Leis garcense. Desta vez a abordagem inicial foi feita pelo vereador Rafael Frabetti (DEM) que, através de requerimento, quer saber a possibilidade de disponibilizar uma das vagas de parada de ônibus dentro da rodoviária para que os estudantes possam embarcar em local seguro das intempéries.

“Em caso negativo, informar a possibilidade de construir uma cobertura na lateral da rodoviária”, colocou o vereador no documento.

“Esse pleito é antigo e outros vereadores já o abordaram. Eu estive na rodoviária e vi que algumas passarelas não são ocupadas. Preciso saber, através do jurídico, a parte legal para que esses estudantes possam embarcar no lado de dentro da rodoviária”, disse ele.

O vereador Antônio Franco dos Santos Bacana (PSB), lembrou a sugestão de cobrir parte do estacionamento, fora da cobertura da rodoviária. O edil comentou também que a Prefeitura não tem recurso no erário para fazer a cobertura citada.

“No começo do ano passado Gustavo Oliveira, o Guga, me procurou para falar sobre o assunto. Eles pegam ônibus fora da rodoviária. É uma solicitação antiga essa de fazer uma cobertura. Na época o Cássio (Cássio Adonis) e o Ruy (secretário Ruy Zanon Neto) ficaram de me dar um retorno, o que não aconteceu”, disse Pedro Santos (PSD).

O edil coloca que muitos universitários já não acreditam que o problema será solucionado, mas se mostrou feliz com o requerimento do vereador Frabetti.

De acordo com Frabetti, a lei orgânica do município veda que investidores façam cobertura no ponto de ônibus e explore o benefício através de propaganda.

“São coisas que esbarram na lei orgânica. Pedi um levantamento da legislação para ver o que de fato pode ser feito”, disse ele.

Santos afirmou desconhecer a lei, mas frisou que se a mesma existe ela precisa ser alterada.

“Sou favorável que empresários invistam em propaganda e haja essa contrapartida. Pode demorar, mas se houver boa vontade penso que o trabalho sai, pelo bem dos nossos estudantes”, finalizou ele, citando ainda as situações pelas quais passam os universitários que, em época de chuva, não tem como se proteger.

FONTE : GARÇA WEB

  

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