PRESIDENTE DO SINCOPOL PARTICIPA DE CONGRESSO EM BRASÍLIA

O presidente do Sincopol (Sindicato Regional dos Policiais Civis do Centroeste Paulista), Celso José Pereira, participou entre os dias 25 e 27 de janeiro do Congresso Nacional Extraordinário da Cobrapol (Confederação Brasileira de Trabalhadores Policiais Civis), realizado em Brasília (DF).

No evento foram discutidos temas como a aposentadoria policial, carreira única com ingresso único na Polícia Civil e ciclo completo da polícia. Celso representa os policiais civis de cerca de 50 cidades abrangidas pelas Delegacias Seccionais de Ourinhos, Tupã, Assis e Marília e fala sobre a importância do encontro.

“Estamos em um momento de grande articulação da classe policial. Também temos buscado diálogo com os novos governos estaduais e Federal. Queremos verdadeiramente influenciar as políticas públicas de Segurança Pública”, diz o sindicalista.

No congresso foram decididas algumas posturas que devem ser seguidas pelos sindicatos de policiais civis de todos os estados – e também contam com apoio de outras forças policiais – como a questão da aposentadoria especial.

“Os diferentes devem ser tratados de forma diferente, isso é isonomia”, afirma Celso. De acordo com ele, os policiais estão expostos constantemente ao risco de morte em suas profissões, o que justifica a aposentadoria antecipada em relação aos demais membros da sociedade.

A defesa da carreira única com a mesma forma de ingresso na polícia civil também foi tema de consenso entre os sindicalistas que participaram da reunião.

“Já acontece assim na Polícia Rodoviária Federal. Existe um escalonamento dos cargos em níveis crescentes de responsabilidade e complexidade, na qual o servidor, por meio de promoção, sobe verticalmente de um nível para outro, podendo chegar até ao último nível da carreira, criando profissionais com conhecimento total da carreira, resultando em segurança pública eficiente”.

O congresso também chegou a um acordo pela defesa do chamado ciclo completo das polícias, onde a instituição policial que iniciou a apuração de um crime segue com o caso ao longo da investigação. Mas a divisão não seria automática, as policias militares ficariam com crimes de menor potencial ofensivo e as policiais civis com os casos mais complexos.

“Mais uma reunião acontece em fevereiro e outros diversos temas importantes estão sendo acompanhados e discutidos por nós, como o projeto de Lei Orgânica da Polícia Civil”, diz Celso.

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