Shinzo Abe mantêm plano de reajustar salário mínimo médio por hora para 1 mil ienes em todo o país, mas situação das pequenas e médias empresas preocupa

O governo japonês segue com seu plano de aumentar o salário mínimo médio por hora em todo o país para cerca de 1 mil ienes.

A intenção de realizar o possível aumento foi confirmada em uma reunião realizada na sede do governo japonês na quarta-feira (3).

Já existia um plano do gabinete do governo de realizar o aumento antes da chegada da pandemia de COVID-19, mas o projeto foi deixado de lado até que o coronavírus estabilizasse no território japonês.

Agora a ideia foi tirada da gaveta e foi tema de discussão entre líderes do governo, entre eles o primeiro-ministro Shinzo Abe.

Nos últimos anos houve aumento de 3% no salário médio por hora, mas depois da pandemia de COVID-19 a situação se tornou mais difícil e não será tão fácil realizar o aumento, segundo especialistas do governo.

Os entraves serão ainda maiores em setores afetados pela pandemia, como o caso do hoteleiro e de alimentos.

O premiê japonês tentará conciliar o interesse de vários setores para que seja possível oficializar a média de 1 mil ienes em todo o país, mas o próprio Abe sabe que precisará levar em consideração as pequena e médias empresas, que são as que mais passam por dificuldades por conta do COVID-19.

A decisão de quando esse possível aumento ocorrerá não foi dada pelo governo. O tema terá que ser discutido várias vezes pelos parlamentares do governo.

FONTE : IPC DIGITAL

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